Não é que não gostemos de animaizinhos mas daí tê-los a circular dentro de casa seria demais para nossos princípios. Também por isso não vou dizer que tenho dois gatos. Eles foram trazidos para cá e eu me responsabilizei, voluntariamente, por alimentá-los, defendê-los dos ataques dos cães enormes que andam pela Quinta e franqueei sua permanência no depósito de gás que sequer os protege completamente da chuva. Dei-lhes nomes também, os mais dignos que pude imaginar, e aparentemente eles aceitaram pois respondem respectivamente por Lince e Tigre ( o Lince responde mais que o Tigre). Portanto considero que eles continuam a ser gatos livres com algum apoio logístico. Já a Estrela é menos que isso. É uma filhote de Pastor da Serra que um dos homens trouxe para o curral das ovelhas e deixou entregue à própria sorte. Alimentei-a uma única vez e ela decidiu me adotar. Fica plantada no deck do meu quarto, vigiando a paisagem e atazanando os gatos. Não lhe dei sequer um capacho mas no outro dia, ela rasgou uma caixa de papelão esquecida na porta e o tem usado para dormir. Por outro lado tenho lhe fornecido algumas lições de civilidade e coexistência pacífica, evitando que ela destroce os gatos com seus dentinhos e patas avantajadas e impedindo que ela devore toda a comida deles. Então, se fosse definir as minhas relações com este trio eu diria : estamos aprendendo uns com os outros .
quinta-feira, 31 de dezembro de 2009
gatos e cachorros
Não é que não gostemos de animaizinhos mas daí tê-los a circular dentro de casa seria demais para nossos princípios. Também por isso não vou dizer que tenho dois gatos. Eles foram trazidos para cá e eu me responsabilizei, voluntariamente, por alimentá-los, defendê-los dos ataques dos cães enormes que andam pela Quinta e franqueei sua permanência no depósito de gás que sequer os protege completamente da chuva. Dei-lhes nomes também, os mais dignos que pude imaginar, e aparentemente eles aceitaram pois respondem respectivamente por Lince e Tigre ( o Lince responde mais que o Tigre). Portanto considero que eles continuam a ser gatos livres com algum apoio logístico. Já a Estrela é menos que isso. É uma filhote de Pastor da Serra que um dos homens trouxe para o curral das ovelhas e deixou entregue à própria sorte. Alimentei-a uma única vez e ela decidiu me adotar. Fica plantada no deck do meu quarto, vigiando a paisagem e atazanando os gatos. Não lhe dei sequer um capacho mas no outro dia, ela rasgou uma caixa de papelão esquecida na porta e o tem usado para dormir. Por outro lado tenho lhe fornecido algumas lições de civilidade e coexistência pacífica, evitando que ela destroce os gatos com seus dentinhos e patas avantajadas e impedindo que ela devore toda a comida deles. Então, se fosse definir as minhas relações com este trio eu diria : estamos aprendendo uns com os outros .
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Menina, menina...não adianta se fazer distanciada. Daqui a pouco terá mil histórias e sentimentos com seus três novos companheiros. Felicidades com eles, Clayre
ResponderExcluirDaqui a alguns anos vais falar de uma cadela que nunca tivestes e a quem deste o nome de Estrela e vais lembrar de gatos que não tivestes e tudo mais...
ResponderExcluirPois tem gente que se acha amada que nem tem uma caixa de papelão rasgada, acredite.