quarta-feira, 22 de dezembro de 2010

O novo morador da Quinta

Bóris, agente especial com licença para morder cabras comedoras de couves e salsa.
Ainda em treinamento.

sexta-feira, 10 de dezembro de 2010

O cúmulo da ninharia

Hoje me lembrei de Paulo Pino, o meu vizinho hilário que contava em seu estilo inimitável o desespero com as cozinhas e banheiros ingleses que o impediam de fazer uma faxina como se deve. O motivo embora prosaico, reconheço agora, é instransponível. As cozinhas e banheiros daqui não têm ralos. Portanto, nada daquelas belas sessões de ensaboamento e baldes d´água que limpam a alma. Sequer tenho um rodo. Tudo é feito na base da tal esfregona. Faxina de verdade com esfregona ? Peço desculpas. Que saudades dos ralos da minha pátria.

quinta-feira, 9 de dezembro de 2010

A África de cá

Aqui a África é logo ao lado. Exílio recente, cicatrizes de guerra. Terra de abundância, elefantes e plantações. E pouquíssimos pretos.

A África de lá


Minha sensação, no Brasil, era de uma África distante, continente imaginário.
Mama África, danças, comidas, colares e peles macias. Quase pura mitologia.
Inclusive de sermos todos negros.

dos interditos


É mais do que sabido inevitável
Não pensar em um urso branco
Se for o pensamento proibido
Por isso meu amor hiberna
Em alguma caverna em mim
e tenho medo

terça-feira, 7 de dezembro de 2010

outra foto da Torre (por Olivier)


As idéias estão no ar



Élio me chama para ir correndo ver Eric Cantona convocando as pessoas a tirarem seu dinheiro dos bancos. Foi o que eu disse que as pessoas deviam fazer, quando discutíamos sobre a eficácia das greves nos tempos que passam. Grande Cantona.

A foto é da Torre da Serra da Estrela, o ponto mais alto de Portugal Continental, aqui pertinho de casa.

Tempo de Azeitonas


Domingo fui pela estrada colhendo as que ficaram esquecidas pelos seus donos e voltei com os bolsos do casaco cheios delas. Coloquei na salmoura e vou esperar. Um trote que as crianças adoram pregar aos estrangeiros é oferecer o fruto no momento que é colhido. É mais amarga que jiló.