Como eu pressentia, daquela amizade sem limites de Tigre ( o gato) pela Estrela ( a cachorra) não poderia vir boa coisa. Morreu Tigre, o gato-pato, acostumado a se deixar abocanhar pela gigantesca pastora . Um amigo me disse que ele lhe fazia lembrar daqueles caras do circo que colocam a cabeça dentro da boca do leão.
Eu me lembrei foi de um poema do Brecht " disse a raposa à galinha, precisamos nos ver, nos conhecer bem, nos dar bem, por isso o chão está cheio de penas. " As raposas o levaram e não sobrou nem pelos.
quarta-feira, 14 de abril de 2010
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